O Irã acusou os Estados Unidos de "terrorismo económico" após a divulgação de novas sanções impostas por Washington. As declarações surgiram após o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, advertir aliados que não apoiarem a ofensiva económica contra Teerã. O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano considerou que as medidas norte-americanas violam direitos fundamentais e constituem "crimes contra a humanidade".

A pressão dos EUA sobre o Irã intensificou-se com a redução de exercícios militares com a Coreia do Sul, o que gerou preocupação na Coreia do Norte. Paralelamente, os EUA impuseram novas sanções a Cuba, acusando entidades e indivíduos do país de atividades mal-intencionadas.

A tensão entre Washington e Teerã aumentou com a retórica de Donald Trump, que descreveu as sanções como uma forma de "guerra económica". O Irã respondeu com linguagem dura, afirmando que a pressão dos EUA é um ato de "terrorismo económico".

A situação agrava-se no contexto de uma crescente influência dos EUA na América do Sul, com a proposta do Escudo das Américas, que pode reforçar a hegemonia norte-americana no continente.