O Exército dos EUA confirmou que as rotas marítimas no Estreito de Ormuz estão livres de minas iranianas, após uma operação de desminagem intensa. A reabertura do estreito, um dos pontos estratégicos do Golfo Pérsico, foi anunciada pelo Comando Central (Centcom), que destacou o esforço das Forças Armadas para garantir a segurança das rotas comerciais internacionais. A operação foi considerada desafiadora e perigosa devido à complexidade do ambiente marítimo e à presença de minas antigos.

Além disso, o presidente Donald Trump classificou o Estreito de Ormuz como novo território dos EUA, uma declaração polêmica que reforça a postura expansionista do governo norte-americano na região. A decisão de Trump foi acompanhada por uma intensificação do bloqueio militar, com 50 mil soldados envolvidos, visando proteger os interesses estratégicos dos Estados Unidos no Golfo.

A reabertura do estreito também ocorre em meio a tensões geopolíticas, com sanções impostas por Trump a empresas de inteligência artificial e disputas territoriais com o Canadá, como a renomeação do Lago Ontário para "Lago América". Esses movimentos revelam uma estratégia de expansão territorial e influência norte-americana na região.