Um ano após o descarrilamento fatal em um elevador na Glória, que resultou em 16 mortos, a família de Ana Paula Lopes continua a exigir um pedido formal de desculpas da Carris. O advogado da família afirmou que a proposta da seguradora foi "inconciliável" e que a empresa nunca pediu desculpas oficiais. A situação gerou uma reação da associação local, que considerou a solução proposta pela Carris e pela Câmara Municipal de Lisboa como "culturalmente inaceitável".
A Fectrans, uma associação de trabalhadores, também se manifestou, exigindo o fim da externalização dos serviços de manutenção dos elevadores da Carris. Manuel Leal, dirigente da Fectrans, destacou a importância de acabar com essa prática diante do regresso do elevador em 2029. A pressão cresce para que a Carris assuma responsabilidade e ofereça uma resposta adequada à tragédia.

























