A Nobel da Paz 2025, Dolores Machado, acusou os Estados Unidos de apoiar "inimigos" do governo venezuelano, afirmando que esses "inimigos" estão atualmente no Palácio de Miraflores. A declaração foi feita em resposta ao acordo que permite a Washington controlar mais de 20% das reservas de petróleo do país. Machado pediu um calendário eleitoral "em paralelo" às reformas econômicas, sugerindo que as mudanças políticas devem ser acompanhadas por eleições transparentes.
A líder venezuelana destacou que o envolvimento dos EUA na região tem consequências diretas sobre a estabilidade do país. Segundo fontes, o acordo de compartilhamento de petróleo foi visto como uma tentativa de influenciar a política interna venezuelana. A reação de Machado vem em um momento de tensão crescente entre Caracas e Washington, com acusações mútuas de interferência política e econômica.
A situação reflete um conflito maior entre a Venezuela e potências externas, com a ONU e organizações internacionais tentando mediar as relações. A comunidade internacional observa com atenção as ações de ambos os lados, buscando evitar um escorregamento para um conflito maior. A tensão persiste, com a Venezuela buscando apoio em aliados como a China e a Rússia, enquanto os EUA reforçam suas relações com o Brasil e outros países da América Latina.


























