A Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) anunciaram que vão realizar uma série de manifestações em vários pontos do país até meados de outubro. A decisão surge após o incumprimento da revisão salarial e das carreiras prometidas pelo Governo, segundo comunicados das associações sindicais das forças. Os militares acusam o ministro da Administração Interna de falta de peso político na negociação.
A convocatória dos protestos foi feita após ameaças de manifestações conjuntas entre as duas instituições. A reunião da direção nacional da APG/GNR, que ocorreu esta sexta-feira, levou à decisão de mobilizar os profissionais em diferentes locais. As autoridades sindicais destacam o "grande descontentamento" entre os trabalhadores, que consideram que as promessas não estão sendo cumpridas.
As manifestações são parte de um ciclo de ações nacionais, com o objetivo de pressionar o Governo a cumprir as promessas feitas. A GNR e a PSP estão a associar-se em várias cidades, com a expectativa de que as ações gerem impacto político. A situação reflete tensões crescentes dentro das forças de segurança, que buscam maior reconhecimento e melhores condições de trabalho.

























