A Associação dos Profissionais da Guarda Nacional Republicana (APG/GNR) e a Associação Sindical dos Polícias e Agentes de Segurança (ASPP/PSP) anunciaram uma série de protestos nacionais até meados de outubro, em resposta ao incumprimento da revisão salarial e de carreiras prometida pelo Governo. A decisão foi tomada após reuniões da direção nacional da APG/GNR, que destacou o "grande descontentamento entre os profissionais". Os militares da GNR unem-se à PSP, acusando o ministro da Administração Interna de falta de peso político.
Sete estruturas da GNR e da PSP, incluindo a Associação Nacional de Oficiais da GNR (ANOG), exigem uma reunião com o ministro dentro de uma semana para discutir a equiparação do subsídio de risco ao da Polícia Judiciária (PJ). Caso não obtenham resposta, as estruturas ameaçam avançar para ações de protesto. A situação reflete uma tensão crescente entre as forças de segurança e o Governo, com os profissionais a sentir-se negligenciados em termos de recompensa e reconhecimento.
A Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública estão a mobilizar-se em todo o país, com manifestações previstas em várias cidades. A falta de cumprimento das promessas salariais e a falta de progresso nas carreiras são os principais motivos de insatisfação. As autoridades sindicais destacam que a falta de diálogo e a ausência de ações concretas estão a alimentar o descontentamento entre os profissionais.






















