A maratona no Parlamento, que durou mais de 12 horas, terminou com a moção de censura ao ministro sendo rejeitada. Durante o debate, o líder do Chega gritou contra o ministro, enquanto o ex-ministro defendeu a sua atuação e não descartou responsabilidades pela queda das aprendizagens. A sessão foi marcada por discursos acalorados e uma forte polarização política.
A promessa de Trump a Putin, mencionada durante o debate, gerou reações entre os deputados. Alguns criticaram a postura do presidente norte-americano, enquanto outros a viam como uma estratégia diplomática. A moção de censura, que visava o ministro, foi rejeitada com votos contra, apesar da defesa pública do cargo.
O ex-ministro, que ainda não se aposentou, afirmou que não descarta responsabilidades pela queda das aprendizagens, mas destacou a importância do trabalho realizado. A sessão terminou com o Parlamento em meio a tensões, mas sem decisão final sobre a moção. A situação continua em aberto, com possíveis novas sessões no futuro.























