O ministro da Administração Interna, Luís Neves, manteve-se inflexível durante a audição parlamentar, que terminou com a rejeição da moção de censura ao Governo. A sessão, que durou mais de quatro horas, foi marcada por tensão e críticas ao executivo. O líder do Chega, Rui Gomes da Silva, considerou que o partido conseguiu uma vitória "no plano ético" com a audição ao ministro e com o debate da moção.

Durante o debate, o deputado da IL, Luís Neves, foi questionado sobre diversas acusações, incluindo ações da maçonaria e ações de corrupção. O ministro respondeu com firmeza, negando as acusações e defendendo a sua gestão. A moção de censura, que visava o Governo, foi rejeitada por maioria, mantendo o atual executivo no poder.

O debate foi acompanhado por críticas de diferentes partidos, com o líder do Chega a destacar a importância da transparência e da ética na gestão pública. A situação continua a ser monitorada, com possíveis implicações para a estabilidade política do país.