Migrantes marroquinos em Ceuta exigem asilo em Espanha, mas o país recusa a elegibilidade. Segundo o diretor-geral adjunto do Correio da Manhã, Alfredo Leite, acompanhou uma nova manifestação de cidadãos marroquinos que solicitam o direito a asilo após entrada irregular no território. Espanha mantém a posição de não reconhecer a elegibilidade para asilo em casos de entrada ilegal.
A situação em Ceuta, zona de fronteira entre Espanha e Marrocos, volta a ser foco de tensão. Os migrantes, que entraram de forma irregular, argumentam que têm direito a proteção internacional. A Espanha, no entanto, reforça a política de fronteiras, rejeitando a concessão de asilo em tais casos.
A Itália também acompanha a situação, condicionando a reabertura do espaço Schengen à evolução da situação em Ceuta. O ministro do Interior italiano, Matteo Piantedosi, anunciou que a suspensão temporária do acordo Schengen com Espanha não será revisada antes de 15 de agosto.
A tensão entre as duas nações persiste, com a Itália e Espanha monitorando a situação de perto. A entrada irregular de migrantes e a recusa em conceder asilo geram debates sobre políticas migratórias e fronteiras.























