O Passe Ferroviário Verde, que custa 20 euros mensais, passa a incluir as linhas de comboio urbanas das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto a partir de setembro. A medida, anunciada pelo presidente do PSD, Luís Montenegro, visa simplificar o acesso ao transporte ferroviário para quem utiliza apenas o comboio, sem necessidade de adquirir os passes intermodais Navegante e Andante.
O novo alcance do Passe Ferroviário Verde cobre toda a rede ferroviária nacional, exceto os serviços Alfa Pendular e a 1.ª classe do Intercidades. Os utilizadores que apenas utilizam o comboio urbano nas duas grandes cidades passam a beneficiar de uma única tarifa, reduzindo custos e burocracia.
A medida surge como resposta a críticas sobre a complexidade do sistema de passes existente. O Governo afirma que a alteração não afeta os utilizadores que optam por combinar diferentes meios de transporte. A implementação do novo regime começa em setembro, com o objetivo de melhorar a mobilidade e a acessibilidade ao transporte público.
A extensão do Passe Ferroviário Verde é vista como uma medida que promove a eficiência no uso dos serviços ferroviários, especialmente nas áreas metropolitanas mais densas. A simplificação do sistema pode incentivar mais pessoas a utilizar o comboio urbano, contribuindo para a redução do congestionamento e da poluição.























