A moção de censura ao Governo foi rejeitada na Assembleia da República, nesta terça-feira. O partido Chega apresentou a proposta, mas apenas 60 deputados votaram a favor, enquanto a maioria dos partidos absteve-se. O PS, PCP, BE, PAN e JPP totalizaram 62 votos de abstenção, e os partidos PSD, CDS, IL e Livre, que representam a maioria dos votos da sessão, votaram contra, totalizando 104 votos.
O líder do Chega, Aguiar-Branco, expressou irritação com o resultado, dizendo que "nem que saia daqui à meia-noite". Após o final do debate, ouviu-se "demissão", indicando a rejeição da moção. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou que Luís Neves, ministro em questão, é uma figura essencial para Portugal, reforçando a necessidade de manter sua liderança.
A decisão reforça a posição do Executivo, que conta com o apoio de uma maioria dos partidos no Parlamento. A moção de censura, que visava pressionar o Governo, não conseguiu obter o número necessário de votos para ser aprovada. O resultado mantém a estabilidade política no país, apesar das críticas internas ao Governo.

























