O primeiro-ministro Luís Montenegro reafirmou a confiança no ministro da Administração Interna, Luís Neves, após a moção de censura apresentada pelo partido Chega. Durante uma intervenção aos jornalistas, Montenegro considerou que a iniciativa do Chega refletia uma lógica de “mero jogo político”. A defesa de Neves foi reforçada por outros líderes políticos, incluindo o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, que considerou a moção “ridícula”.
Montenegro destacou a capacidade de Neves para resolver problemas, apontando-o como um dos membros do governo com aptidão para lidar com desafios. A confiança do primeiro-ministro foi reiterada antes de uma cerimônia de posse do presidente eleito de São Tomé e Príncipe. A moção de censura, que visa criticar a atuação do ministro, foi rejeitada por parte do PSD, que a considerou despropositada.
O líder do executivo reforçou a importância de manter a estabilidade governamental, sublinhando que a confiança política é fundamental para a eficácia das políticas públicas. A posição de Montenegro foi apoiada por aliados, que destacaram a importância de evitar divisões internas no governo. A situação continua a ser monitorada pelos partidos e pela opinião pública.























