O PSD e o PS chegaram a um acordo para unir forças e isolar o Chega na moção de censura ao Governo. A decisão foi tomada esta semana, com o objetivo de evitar que o partido ultradireita tenha mais visibilidade no Parlamento. A tensão entre os partidos continua, mas o foco está agora na estratégia de manter o Chega distante das discussões políticas centrais.

A moção de censura, que visa pressionar o Governo, será debatida no Parlamento, mas a luta real acontece entre os líderes dos partidos. Luís Montenegro, líder do PSD, e António Costa, líder do PS, enfrentam críticas por sua gestão, mas o PSD é visto como mais eficaz na economia. O debate sobre o IVA dos combustíveis também ganha força, com o Chega exigindo redução da taxa.

O presidente do Chega, André Ventura, desafiou o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, a aprovar a redução do IVA sobre combustíveis. A proposta, que pode ser discutida no Parlamento, é vista como uma oportunidade histórica para resolver o problema. A pressão sobre os partidos continua, com o foco na manutenção do equilíbrio político.