NATO, liderada por Mark Rutte, reafirmou seu compromisso com os EUA e com a cooperação entre aliados após o ataque de 11 de Setembro. Durante uma declaração, Rutte destacou que os aliados permaneceram unidos após o ataque e ativaram pela primeira vez no histórico da Aliança o artigo 5, que prevê ações coletivas em caso de ataque. A declaração foi feita em meio a discussões sobre a segurança internacional e a necessidade de uma resposta conjunta a ameaças globais.

Rutte também mencionou a importância de fortalecer a NATO e a Europa, especialmente após a reunião em Ankara. Ele destacou que os aliados estão determinados a construir uma Europa mais forte dentro da Aliança. A declaração foi feita em um contexto de tensões geopolíticas e de preocupações com a segurança em regiões estratégicas.

A reunião em Ankara foi vista como um marco para a nova fase da NATO, com foco em cooperação e defesa mútua. Rutte enfatizou que a solidariedade entre os países membros é essencial para enfrentar desafios futuros. A declaração reforça a posição da NATO como uma força unida e preparada para proteger seus membros.