A Comissão Europeia rejeitou novamente a proposta de criar um imposto sobre lucros extraordinários das petrolíferas, apesar das solicitações feitas por Portugal e outros cinco países. A decisão, anunciada em Bruxelas, mantém a posição da União Europeia de não implementar uma taxa comum sobre os ganhos anormais das empresas do setor energético. Portugal, que tem defendido a medida como forma de combater a especulação e a volatilidade dos preços do petróleo, insistiu na necessidade de uma resposta coletiva. A proposta, que visava criar uma taxa europeia, foi apresentada como uma forma de equilibrar a economia e proteger os consumidores. A Comissão Europeia argumentou que a medida poderia afetar negativamente a atividade econômica e a competitividade das empresas. A decisão não implica uma mudança de posição sobre a necessidade de regulamentação do setor, mas reforça a posição da UE de manter uma abordagem unificada. Portugal continuará a pressionar pela criação de um mecanismo comum, mas a resposta da UE indica que a proposta não será aprovada no curto prazo.