Municípios brasileiros continuam a aderir ao acordo de reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana, em Minas Gerais. Após um ano do prazo oficial, 19 novas cidades se juntaram ao Novo Acordo do Rio Doce, deixando apenas quatro municípios elegíveis fora do pacto. O acordo prevê o pagamento de mais R$100 bilhões para compensar os danos ambientais e sociais causados pelo rompimento da barragem de Fundão em 2015.
A tragédia resultou na morte de 19 pessoas e causou devastação em áreas de Minas Gerais e do Rio Doce. O acordo busca estabelecer uma forma de reparação justa para as comunidades afetadas. A adesão dos municípios é um passo importante para a implementação do plano de compensação, que envolve empresas e órgãos governamentais.
O processo de adesão foi acelerado após a extensão do prazo, permitindo que mais cidades se comprometam com a reparação. A expectativa é que o número de municípios envolvidos continue a crescer, contribuindo para a resolução de um dos casos mais emblemáticos de responsabilidade ambiental no Brasil.
O caso de Mariana ainda é alvo de discussões jurídicas e políticas, com debates sobre a responsabilidade das empresas e a eficácia das medidas de reparação. A continuidade do processo reflete a complexidade do tema e a busca por justiça para as vítimas.





























