Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, está sendo protegido por aliados dentro do governo, segundo informações de veículos de imprensa. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, determinou que um vídeo com deepfake envolvendo Flávio e o deputado federal Luiz Carlos Antunes (Vorcaro) fosse removido em 24 horas, considerando que a sátira não afasta a regra eleitoral contra a manipulação de imagens. A decisão ocorreu após uma denúncia sobre o uso de conteúdo falsificado em uma campanha eleitoral.

Além disso, o procurador-geral da República (PGR) encaminhou um inquérito sobre o deputado Lulinha para a primeira instância, mas Mendonça se recusou a aceitar a medida. A situação é vista por alguns como um sinal de proteção a Flávio, que já manifestou interesse em assumir o cargo de "presidente de transição" em caso de impeachment do pai. Analistas destacam a possibilidade de uma estratégia de blindagem política para manter o apoio do grupo bolsonarista.

O debate envolve acusações de golpismo e manipulação eleitoral, com críticas a uma possível tentativa de influenciar o processo político. A situação reforça as tensões dentro do governo e a polarização entre grupos políticos.