Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, anunciou durante visita a Ponta Grossa (PR) que considera o ministro Alexandre de Moraes como parte de um "gabinete da perseguição" no STF. Ele também mencionou a possibilidade de abrir processos de impeachment contra Moraes e André Mendonça, ambos membros do Supremo Tribunal Federal. A declaração ocorreu após a divulgação de mensagens entre Moraes e um funcionário do STF, o que gerou críticas e pressão por sua demissão.
O candidato do PL também expressou decepção com o líder do Senado, Davi Alcolumbre, por não ter adotado medidas contra Moraes. A oposição pressiona Alcolumbre para que tome ações contra o ministro, alegando que suas ações estão prejudicando a independência do Poder Judiciário. Mendonça, por sua vez, continua atuando no STF, com dois delegados em seu gabinete, enquanto Moraes enfrenta críticas por supostas práticas de perseguição política.
A situação gerou debates sobre a influência política no Judiciário e a legitimidade dos processos de impeachment. Apesar das pressões, o ministro Moraes não assinou o impeachment e destacou riscos de anulação de ações. O cenário reflete uma polarização crescente no ambiente político e judicial brasileiro.



























