Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) enfrentam tensão após revelação de mensagens trocadas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. O ministro André Mendonça, que determinou esclarecimentos sobre o caso, enfrenta críticas e suspeitas de interferência na Polícia Federal. A Advocacia-Geral da União (AGU) afirma que não atendeu a pedido da PF para ações contra Mendonça, justificando que a intervenção foi processual.
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, assume a responsabilidade de analisar as acusações contra Moraes e Mendonça, decidindo o rito para resolver os casos. A possibilidade de sessão virtual no plenário foi discutida, com relatos de quase conflito entre Moraes e Mendonça. A situação reflete uma crise persistente no tribunal, com magistrados que veem a necessidade de "dobrar aposta" para resolver o conflito.
A investigação sobre possíveis interferências na PF foi aberta pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que pediu ao presidente do STF, Fachin, avaliação sobre o caso. A situação envolve uma complexa rede de acusações e reações dentro do STF, com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IBDR) declarando confiança em Mendonça e pedindo apuração no STF.

























