Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), adiou a análise da crise interna da corte para perto da eleição, devido aos prazos estendidos para que os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes respondam a relatórios da Polícia Federal. A decisão, divulgada por vários veículos, coloca a análise sobre a crise em uma fase crítica, perto do final da campanha eleitoral.

O presidente do STF determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste em até cinco dias úteis sobre o pedido de investigação feito por Moraes contra Mendonça. No entanto, o prazo foi estendido para 13 dias antes da eleição, o que atrasa a resolução do conflito. Fachin também defendeu o fim do Inquérito das Fake News e o estabelecimento de um código de ética no STF.

A crise no STF envolve acusações de práticas ilegais e desrespeito à Constituição, com Fachin reafirmando que ninguém está acima da lei. Apesar do atraso, o ministro prometeu uma resposta “firme, proporcional e rigorosa” à situação. A tensão cresce com a proximidade das eleições, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou soluções do STF.