A primeira sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) com os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Mendonça frente a frente foi marcada por tensão, segundo relatos de jornais brasileiros. A atmosfera no plenário foi descrita como crítica, com os dois magistrados ocupando posições opostas na disputa judicial. Moraes, que lidera ações contra o presidente Lula, e Mendonça, que defende a independência do Poder Judiciário, tiveram suas posturas expostas durante a sessão.
A ordem dos assentos no plenário foi definida pela antiguidade dos ministros, mas os dois não conversaram diretamente. Moraes exibiu calma, enquanto Mendonça falou pouco, o que gerou comentários sobre a estratégia de ambos. O ministro Moraes sinalizou que não recuará diante de Mendonça, preparando-se para uma "guerra aberta" no STF.
Os petistas criticaram a atuação de Mendonça, com figuras como Zé Dirceu pedindo seu afastamento. A crise envolvendo os dois ministros também gerou repercussão política, com a crise atingindo 1,1 milhão de menções nas redes em 24 horas. O presidente Lula recebeu Gilmar Mendes no Planalto para discutir os danos à imagem institucional da Corte.
A situação reflete uma polarização crescente no STF, com implicações na imagem do Poder Judiciário e na estabilidade política do país.























