O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu ao presidente da corte, Edson Fachin, que seu caso e o de seu colega André Mendonça sejam julgados juntos no plenário. A solicitação foi feita após Moraes acusar Mendonça de ter feito uma "escolha seletiva" ao divulgar parte dos documentos do caso Master, operação ligada à investigação do Banco Master.
A decisão de Moraes vem após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar que Mendonça retire o sigilo total do caso em 24 horas. A PGR alega que parte relevante dos procedimentos foi omitida na divulgação feita por Mendonça. O ministro também manifestou preocupação com a transparência dos processos e pediu que a sessão extraordinária do STF, marcada para 15 de setembro, inclua a análise de suas suspeitas e das ações de Mendonça.
A situação envolve uma disputa entre membros do STF sobre a conduta de Mendonça e a necessidade de transparência nas investigações. Moraes alega que a divulgação parcial dos documentos prejudicou a apuração e pede que a corte avalie as acusações contra ambos. A sessão de 15 de setembro será crucial para esclarecer as relações entre os casos e a conduta dos ministros envolvidos.





























