A campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria adotado um plano estratégico com os Estados Unidos para a exploração de minerais críticos e terras raras, segundo um memorando obtido pelo jornalista Guilherme Amado. O documento, intitulado "Prosperity Partnership", detalha uma possível parceria entre o Brasil e os EUA em caso de um governo liderado pelo senador. A informação surge em meio a suspeitas de financiamento estrangeiro da campanha, que tem sido alvo de críticas por possíveis influências externas.

O plano inclui a exploração de recursos estratégicos, como terras raras, que são essenciais para tecnologias modernas e indústrias de alta tecnologia. A proposta, segundo o memorando, busca fortalecer a economia brasileira e aumentar a autonomia do país em relação a matérias-primas críticas. A divulgação do documento vem em um contexto de tensão política entre os dois países, especialmente após o desgaste entre os governos Trump e Lula, e a aproximação dos EUA com a família Bolsonaro.

A possibilidade de uma parceria entre Brasil e EUA em minerais estratégicos tem gerado debates sobre a influência externa na política brasileira. Especialistas alertam que a cooperação em áreas como recursos naturais pode ter implicações significativas para a economia e a soberania nacional. O tema ganha relevância com a crescente demanda global por materiais essenciais para a tecnologia e a energia.