A ambulância que transportou Marcelo Rebelo de Sousa, ex-presidente da República, após uma intervenção médica, foi considerada um exemplo da "redução de meios" do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Saúde. A situação levantou críticas sobre a capacidade do serviço de resposta a emergências, especialmente em casos de alta prioridade.
Rui Lázaro, responsável pela área, destacou que, se a ambulância tivesse sido uma viatura ligeira de assistência, o ex-PR teria de aguardar até que fosse encontrada outra para o levar ao hospital. Isso revela uma falta de disponibilidade de meios adequados, o que pode comprometer a eficácia do sistema em situações críticas.
A situação levanta questionamentos sobre a gestão dos recursos no INEM e a capacidade de resposta a emergências de alto impacto. A falta de viaturas adequadas pode afetar não só casos de personalidades, mas também a população em geral, em situações de urgência.


















