Operações de resgate no Nepal e no Tibete retomaram nesta sexta-feira após uma pausa causada pelo medo de que um lago de água colapsasse, causando uma nova inundação. A tragédia, que começou na quarta-feira (26), resultou do colapso de parte de uma geleira, desencadeando o deslocamento de grandes volumes de água e lama pelos vales. O número de mortos ultrapassou 550, com mais de 1.500 pessoas desaparecidas.
A Cruz Vermelha informou que mais de 90 mil pessoas foram afetadas pelas enchentes, que já deixaram mais de 550 mortos e quase 1.500 desaparecidos. O governo chinês confirmou cinco vítimas no Tibete, enquanto autoridades nepalesas encontraram 547 corpos. A região, localizada no sul da Ásia, enfrenta uma crise humanitária crescente.
Equipes de emergência da China e do Nepal trabalham para resgatar sobreviventes e fornecer ajuda às comunidades afetadas. A Apple, por sua vez, anunciou que pretende enviar apoio à região, embora o CEO Tim Cook ainda esteja no cargo. A situação continua crítica, com muitas famílias ainda sem notícias.
A tragédia levantou dúvidas sobre a preparação para desastres naturais na área. Analistas questionam se o colapso da geleira poderia ter sido evitado, enquanto a comunidade internacional se mobiliza para oferecer assistência. A região continua sob alerta, com a possibilidade de novas inundações.



























