A agência espacial NASA e a Reserva Federal estão entre as instituições norte-americanas alvo de acusações de ciberataques, segundo informações divulgadas por noticiosa chinesa. O Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês rejeitou as acusações, mantendo a posição de que não há evidências concretas de atividades maliciosas originárias da China. Paralelamente, os EUA apreenderam endereços de internet suspeitos de estar ligados a atividades de espionagem chinesa, segundo uma reportagem da CNN Portugal. A investigação revela uma crescente preocupação com a segurança cibernética e a competição tecnológica entre os dois países.

Enquanto os EUA intensificam suas medidas contra a suposta espionagem chinesa, a China defende sua posição de que as acusações são baseadas em informações não verificadas. Bill Gates, cofundador da Microsoft, já havia alertado sobre a necessidade de cooperação entre os EUA e a China para enfrentar os riscos da inteligência artificial. No entanto, a tensão persiste, especialmente com a disputa por patentes de tecnologias como o CRISPR-Cas9, onde a China busca desenvolver ferramentas próprias com apoio da IA.

A situação reflete uma complexa relação de competição e desconfiança entre as duas potências globais, com impactos em setores como a indústria automotiva e a inovação tecnológica. Fabricantes alemães, por exemplo, enfrentam desafios tanto na China quanto nos EUA, enquanto a cooperação em áreas como a IA parece cada vez mais distante.