EUA anunciaram novas sanções contra três pessoas e nove entidades cubanas, acusando Havana de promover atividades consideradas subversivas nos Estados Unidos. As medidas, anunciadas pelo secretário de Estado, Marco Rubio, visam instituições e figuras ligadas ao Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), já alvo de sanções anteriores.

Washington alega que Cuba mantém uma rede de atividades que visam desestabilizar a sociedade norte-americana. As novas sanções incluem indivíduos e organizações associadas ao regime cubano, segundo comunicado oficial. A política de isolamento econômico e diplomático continua a ser uma ferramenta central dos EUA em relação ao país caribenho.

A decisão reforça a postura de Washington em relação a Havana, que tem sido criticada por supostas violações de direitos humanos e falta de liberdades políticas. As sanções visam conter o que os EUA chamam de influência marxista e atividades de propaganda.

A reação cubana não foi divulgada até o momento, mas a tensão entre os dois países persiste há décadas. As medidas reforçam a divisão política e a complexa relação entre os dois países.