A Associação dos Prazeiros da Guarda Nacional Republicana (APG/GNR) e a Associação Sindical dos Prazeiros da Polícia de Segurança Pública (ASPP/PSP) anunciaram uma série de manifestações em todo o país até meados de outubro, em resposta ao incumprimento da revisão salarial e de carreiras prometida pelo Governo. As associações sindicais das forças de segurança afirmam que o descontentamento entre os profissionais é elevado e que as negociações não tiveram resultados concretos.
O Ministério da Administração Interna (MAI) convocou as estruturas da PSP e da GNR para novas reuniões negociais nos dias 17 e 29 de setembro, após ameaças de protestos conjuntos. A convocatória surge em um contexto de tensão crescente, com as forças de segurança exigindo melhorias salariais e condições de trabalho. As associações sindicais alegam que o ministro da Administração Interna não tem peso político suficiente para resolver as demandas.
As manifestações, que incluem paradas e ações de protesto em diversos pontos do país, são parte de um movimento maior de reivindicações por melhores condições de trabalho e justiça salarial. As autoridades estão em negociações para encontrar uma solução, mas a situação permanece delicada e com risco de escalada.


























