Em Lisboa, o presidente da AFAPREDESA denunciou recentemente ações de Marrocos no território do Saara Ocidental, especificamente em Ceuta. Ele acusou o país árabe de tortura, desaparecimentos forçados e bloqueio a visitas da ONU e da Cruz Vermelha. A organização sarauí pede maior transparência e respeito aos direitos humanos na região.
A situação em Ceuta, cidade situada no norte da África, tem sido alvo de discussões internacionais. A ONU e outras organizações reconhecem a soberania espanhola sobre a cidade desde o século XV, rejeitando a reivindicação marroquieira de descolonização. Apesar disso, a tensão persiste, com acusações de violações de direitos humanos e falta de acesso a instituições internacionais.
A AFAPREDESA, que representa o povo do Saara Ocidental, reforça sua posição de que Ceuta e Melilla são territórios sob jurisdição espanhola, mas que a situação local exige uma abordagem mais transparente e humanitária. A comunidade internacional continua a acompanhar de perto os desenvolvimentos na região, buscando uma solução equilibrada.


























