João Costa, ex-ministro da Educação, assumiu a responsabilidade pelos baixos resultados dos alunos portugueses no PISA 2025, mas culpou as redes sociais e o contexto internacional. Em declarações recentes, Costa rejeitou a ideia de que as reformas curriculares que assinou fossem a causa principal do declínio. O ex-governante destacou a influência de fatores externos, como a pandemia e uma tendência global de queda no desempenho escolar.

Ainda assim, dados recentes mostram que a desigualdade persiste no sistema educativo português. Uma pesquisa revela um fosso de 92 pontos em Ciências entre alunos de famílias favorecidas e carenciadas. Apesar da tendência mundial de redução das desigualdades, Portugal mantém uma disparidade significativa.

O debate sobre a qualidade da educação continua a ser um tema relevante. A responsabilidade pelo desempenho dos alunos é dividida entre fatores internos e externos. Enquanto o ex-ministro aponta para o contexto global, outros analistas destacam a necessidade de políticas mais eficazes para reduzir as disparidades.

A situação reflete um desafio maior para a educação em Portugal, com pressões internas e externas que exigem respostas concretas.