Ceuta, cidade autónoma espanhola localizada no norte de África, viveu um aumento significativo no número de migrantes que entraram no território na semana passada. Cerca de 72 000 pessoas atravessaram a fronteira em 24 horas, com 70 000 já tendo retornado para Marrocos, segundo dados divulgados por uma fonte local (cmjornal.pt). O movimento foi acompanhado por uma onda de informações falsas nas redes sociais, que incentivavam novas tentativas de atravessar a fronteira, segundo a BBC (agazeta.com.br).
A União Europeia reagiu ao episódio e pediu a Meta e TikTok que reforcem a vigilância sobre a informação, para evitar a propagação de notícias falsas que possam alimentar crises. A comissária europeia para a soberania tecnológica, Henna Virkkunen, apelou às plataformas para "agirem de forma decisiva" para preservar a integridade do espaço digital (dn.pt).
A Meta já afirmou que removeu conteúdos que violavam suas políticas, segundo a agência agazeta.com.br. No entanto, a pressão sobre as plataformas aumenta, especialmente em momentos de crise, como o que envolve Ceuta. A UE espera que as empresas responsáveis por redes sociais tomem medidas mais eficazes para conter a desinformação.


























