O Brasil iniciou nesta quinta-feira (13) o processo de aplicação da Lei de Reciprocidade contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos. O governo Lula notificou a diplomacia americana sobre a medida, que visa restringir o acesso a mercados norte-americanos para produtos brasileiros. A decisão ocorre após o Brasil classificar as tarifas de 25% como "injustificadas e arbitrárias".
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, liderado por Márcio Elias Rosa, afirmou que a reciprocidade não fecha as portas para negociações. O governo brasileiro destacou que continuará atuando para reduzir os danos causados às exportações e à renda dos brasileiros.
A medida também foi apoiada por senadores democratas dos EUA, como Tim Kaine, que criticou a postura de Trump em relação ao Brasil. Kaine destacou que o país tem "razão legítima" para desconfiar de possíveis interferências nas eleições de 2026.
O processo de reciprocidade foi anunciado por múltiplas fontes, incluindo a Secretaria de Comunicação e o Planalto. A medida visa garantir que as tarifas norte-americanas sejam revisadas em condições equitativas.

























