Lula, candidato à reeleição, enfrenta pressão para aprovação da PEC 6x1, que reduz a jornada de trabalho. A proposta, que visa limitar a carga horária e garantir dias de descanso, foi discutida em reunião entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ex-presidente. A tramitação da medida foi acelerada após conversas políticas e pressão por parte do movimento de Lula.

A Fiesp, entidade patronal, intensifica articulações contra o fim da escala 6x1, defendendo a manutenção da atual legislação. A disputa envolve diferentes setores da economia e grupos políticos. O Partido dos Trabalhadores (PT) também mobiliza apoio, com eventos em diversas cidades, incluindo o ABC, região do Rio de Janeiro.

A decisão de fechar bingos, tomada por Lula, gerou críticas e pedidos de revisão, como o de Dercy Gonçalves, que os considerava uma "única distração". Apesar disso, o foco permanece na agenda de reformas trabalhistas e na busca por apoio para a campanha eleitoral.

O segundo turno eleitoral está marcado para 25 de outubro, e a aplicação da reciprocidade contra os Estados Unidos ainda não é vista como iminente. A pressão por mudanças no trabalho segue sendo uma das principais pautas do movimento de Lula.