Venezuela anunciou a libertação de mais de 130 presos políticos, incluindo uma mulher acusada de participar de um ataque contra o ex-presidente Nicolás Maduro, cumprindo uma promessa feita no dia anterior pelo chefe da delegação. A medida foi celebrada por autoridades estadunidenses, que consideraram o gesto um "paso crucial" para a reconciliação do país. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, destacou que mais de 1.046 pessoas foram liberadas desde o início do ano, em um plano de três fases.

A libertação ocorreu em meio a tensões políticas e relações complexas com o governo dos Estados Unidos. A decisão foi vista como um sinal de mudança, embora a situação no país continue instável. Paralelamente, a empresa britânica BP anunciou novos investimentos no setor energético venezuelano, marcando sua volta ao país após anos de isolamento. A empresa foi concedida uma licença para desenvolver o campo de gás Loran, em parceria com empresas do Catar e dos Emirados Árabes Unidos.

Além disso, o país enfrentou dois terremotos em 2026, que causaram danos significativos e tornaram-se o evento mais letal do ano. Apesar desses desafios, a libertação de presos políticos é vista como um passo importante para a estabilização do país. A situação política e econômica continua em evolução, com influências externas e internas se interligando de forma complexa.