A Polícia Federal investiga o uso de 549 CPFs de pessoas falecidas em um esquema criminoso envolvendo casas de apostas e operações de câmbio. A operação, que está em andamento, aponta que documentos de identidade foram utilizados para fraudar processos de transferência de dinheiro, beneficiando um grupo envolvido em atividades ilegais. A investigação foi iniciada após denúncias que revelaram a manipulação de dados de cidadãos já falecidos para obter vantagens financeiras.
Agentes da PF estão analisando registros de transações e identificando possíveis beneficiários do esquema. A operação envolve uma rede organizada que teria utilizado documentos falsificados para realizar operações de câmbio e apostas, explorando lacunas na legislação. A investigação também inclui ações contra indivíduos envolvidos em golpes que movimentaram milhões de reais.
A PF já identificou mais de 500 CPFs de mortos utilizados no esquema, mas ainda não há informações sobre a identidade dos responsáveis ou o montante total envolvido. A operação segue em andamento, com ações de busca e apreensão em diferentes regiões do país. O caso reforça a necessidade de reforço nas medidas de segurança para prevenir o uso indevido de dados pessoais.

























