O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, decidiu liberar o sigilo de diversos processos e documentos, incluindo os relacionados ao caso Banco Master e ao "Dark Horse". A medida foi tomada após pressão da Procuradoria-Geral da República (PGR) e de parlamentares do STF. Mendonça também abriu informações sobre outros 21 procedimentos conexos, que estavam sob sigilo. A decisão ocorreu em meio a debates sobre transparência e acesso a informações sensíveis no Judiciário.

O ministro justificou que a divulgação dos documentos não interfere nas competências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nem no funcionamento do plenário do STF. Ele também defendeu a necessidade de manter a transparência, mesmo diante de críticas sobre a seleção de informações divulgadas. A medida foi vista como um passo para maior abertura no sistema judicial, embora ainda haja debates sobre o equilíbrio entre sigilo e transparência.

Além disso, Mendonça reforçou sua posição sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmando que a decisão não viola nenhuma atribuição do presidente. A transparência nas investigações continua sendo um tema central nas discussões no STF.