Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, que seu caso seja julgado junto com o de André Mendonça no plenário da Corte. O ministro alega que Mendonça liberou informações de forma seletiva, deixando de fora 180 peças relevantes do caso Master. Ele também pediu a Fachin que abra integralmente os procedimentos envolvidos.

O ministro considera que a atuação de Mendonça nas apurações do Banco Master foi seletiva, o que gerou desconfiança sobre a transparência das investigações. Moraes solicitou que o julgamento ocorra na sessão marcada para terça-feira, 15 de setembro. Ele também destacou que o material disponibilizado foi incompleto, prejudicando a análise dos fatos.

A situação intensificou a crise no STF, com Moraes acusando Mendonça de não ter liberado todos os documentos necessários. A pressão por transparência e justiça se intensifica, com o ministro exigindo que o processo seja conduzido de forma aberta e completa. A expectativa é de que o julgamento conjunto gere mais clareza sobre as acusações envolvendo ambos os magistrados.