O Governo confirmou que a Polícia Judiciária (PJ) não tinha verba para destruir os químicos apreendidos em operações. Durante uma resposta ao grupo parlamentar do Chega, o Ministério da Justiça (MJ) esclareceu que os 62 bidões, com capacidade para 200 litros cada, continham substâncias perigosas. A falta de recursos financeiros para a eliminação adequada dos materiais levantou críticas internas. O MJ espera ter até ao final do ano as conclusões da auditoria à PJ, que está sob a inspeção geral dos serviços de justiça. A situação revela uma lacuna na gestão de resíduos perigosos dentro da polícia. A falta de verba pode comprometer a segurança e o cumprimento da lei. A auditoria deverá avaliar a eficiência e a responsabilidade na gestão desses materiais.