Portugal mantém um nível elevado de reservas de gás, com 93,08% de armazenamento, acima do limite obrigatório da União Europeia de 90%, segundo dados divulgados em julho de 2026. Apenas um pequeno número de países da UE atingiu ou ultrapassou a meta estabelecida para o final do ano. A situação contrasta com a média da UE, que está em 65,85%, e com a tendência de recuo do país no índice de competitividade do IMD, que voltou a posicionar Portugal no 40.º lugar em 2026.

Apesar do progresso no armazenamento de gás, o país enfrenta desafios na área da competitividade, com uma posição que se distanciou da liderança alcançada em 2024. A melhoria no índice de competitividade entre 2022 e 2024 foi revertida em 2026, colocando Portugal em uma posição menos favorável dentro da União Europeia. A manutenção das reservas de gás é vista como um fator positivo para a segurança energética nacional, mas não resolve questões estruturais que afetam a economia portuguesa.