Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, decidiu afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, após críticas ao ministro Edson Fachin, que integra a corrente de Luís Roberto Barroso. A decisão, divulgada em nota, foi baseada em posições anteriores de Mendonça contra o monitoramento de cidadãos, segundo informações da revista *Revista Oeste*.

A medida gerou reações dentro da PF, com diretores que colocaram seus cargos à disposição e manifestaram apoio a Andrei. A nota assinada por 11 integrantes da cúpula da corporação foi divulgada após a decisão de Mendonça. Além disso, o ministro Fux cancelou uma sessão da 2ª Turma do STF, que seria a primeira após o afastamento de Andrei.

O ambiente dentro da PF é marcado por “indignação e revolta” com a decisão de Mendonça, segundo a *Revista Forum*. Alguns superintendentes regionais da PF também podem entregar cargos em apoio ao diretor-geral. A situação reflete uma tensão entre as correntes dentro do STF, com impactos na gestão da PF e no funcionamento do tribunal.