O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, alegando risco de interferência nas apurações. A decisão, divulgada nesta terça-feira, foi baseada em relatórios que mencionaram suspeitas sobre a atuação do órgão de controle da Agência Nacional de Urbanização (AGU), segundo informações da imprensa. O afastamento foi considerado uma medida de proteção para garantir a imparcialidade das investigações.
O ex-presidente Michel Temer afirmou que orientou Moraes a buscar diálogo com Mendonça, destacando a necessidade de pacificação. Já o candidato a presidente Ronaldo Caiado elogiou a postura firme do ministro, considerando que o Brasil precisa de uma atitude clara no STF. A decisão gerou reações políticas, com alguns analistas acreditando que o afastamento pode arrastar o ex-presidente Lula para o centro da crise.
A PF, por sua vez, teria monitorado ações de Mendonça e analisado sua relação com a AGU por mais de um mês. A situação eleva a tensão no STF, com a ministra Cármen Lúcia sendo vista como uma figura de equilíbrio na disputa entre os ministros. A imprensa aguarda mais informações sobre o impacto da decisão e as possíveis consequências para as investigações em andamento.






















