A imigrante iraniana Nika foi deportada para a República Centro-Africana por autoridades norte-americanas, segundo informações de uma rede de notícias brasileira. A medida ocorreu em meio a uma brecha jurídica na política de imigração dos EUA, que permitiu a transferência da mulher, que temia ser morta pelo regime iraniano. A deportação foi realizada sem registro oficial, o que gerou debates sobre a legalidade e a humanidade do procedimento.
O governo iraniano reagiu às ações dos EUA, afirmando que a diplomacia e a defesa são inseparáveis e prometendo resistir às sanções impostas pelos Estados Unidos. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, também destacou que as sanções prejudicam o país e que as medidas não alcançam seus objetivos. A tensão entre os dois países persiste, com o Irã acusando os EUA de conspirações com Israel.
A operação de deportação foi uma das poucas ações recentes envolvendo a política migratória dos EUA, destacando a complexidade e as implicações internacionais. Enquanto isso, o caso de Donald Trump, envolvendo acusações de suborno, segue em andamento, com o juiz federal negando novamente tentativas de anular sua condenação.





























