O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou que o ministro André Mendonça retire o sigilo de todos os documentos do caso Master em 24 horas. A decisão ocorreu após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e visa garantir transparência antes do julgamento do processo. O caso envolve a Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master e suspeitas de irregularidades.
Mendonça havia mantido o sigilo sobre documentos relacionados ao caso, mas Fachin acolheu a solicitação da PGR e do vice-PGR Cristiano Zanin. A decisão busca evitar ações de censura e garantir que todos os elementos do processo sejam acessíveis. O ministro Alexandre de Moraes também manifestou preocupação com a escolha seletiva de documentos e pediu julgamento conjunto do caso.
A liberação dos documentos é vista como um passo importante para a transparência no STF, que vive uma crise interna. Fachin tenta conter a polarização e garantir que as informações sejam acessíveis a todos os envolvidos. A decisão pode impactar o andamento do julgamento e a clareza sobre as acusações contra o Banco Master.
O prazo de 24 horas para a liberação dos documentos foi estabelecido após manifestações do Ministério Público Federal. A transparência é considerada essencial para a legitimidade do processo e para a confiança na instituição. A situação reflete a complexidade das relações dentro do STF e a busca por equilíbrio entre sigilo e divulgação.





























