A produtora de "Dark Horse", Karina Gama, entregou mais de 20 mil laudas de documentos à Polícia Federal, segundo sua defesa. A empresa afirma que colaborou com a investigação e confia no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o devido processo legal. A operação da PF envolve acusações de corrupção e lavagem de dinheiro, com envolvimento de políticos e empresários.

Fernando Sarney, empresário ligado ao Partido dos Trabalhadores, negou ter contato com a produtora sobre a delação e afirmou desconhecer Karina Gama. Já o ministro Flávio Dino, acusado de envolvimento no caso, foi chamado a se explicar após a operação. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, anunciou que vai pedir ao STF que investigue Dino.

A defesa da produtora acionou o STF após a operação, alegando que a reclamação constitucional criminal não questiona o mérito da investigação. A situação gerou debates sobre a transparência e a legitimidade das investigações envolvendo figuras políticas.