Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal (PF). A decisão, que surgiu após pedido do partido Novo, foi baseada em investigações sobre supostas irregularidades no órgão. Rodrigues, que comandava a PF desde 2023, foi afastado com a indicação de que a Corregedoria da corporação apure sua conduta.

O senador Carlos Viana (PSD) protocolou pedido de prisão preventiva de Rodrigues, afirmando que a medida é necessária para "apuração criminal imediata". A decisão de Mendonça foi vista por alguns como uma reação a pressões políticas, enquanto outros a consideram uma medida necessária para garantir a transparência na instituição. William Murad, que assumiu temporariamente a chefia da PF, reafirmou confiança no diretor-geral e destacou a importância de manter a instituição funcional.

A situação gerou reações em diferentes setores da política e da sociedade. Enquanto alguns defendem a necessidade de investigação, outros questionam a legitimidade da decisão. A PF, que tem papel central na segurança nacional, agora vive um momento de instabilidade, com o futuro de seu chefe ainda incerto.